Repórter: O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, ressaltou, nesta quinta-feira, o esforço conjunto que o governo tem feito para estimular a queda de preços da banda larga no Brasil. Bernardo afirmou que, com uma política de redução de impostos, o País vendeu catorze milhões de computadores no ano passado. O número, na visão do ministro, poderia ser bem maior se o preço da banda larga fosse mais baixo.
Ministro Paulo Bernardo: Eu considero que, se nós tivéssemos condições mais favoráveis na oferta de serviços de internet, nós poderíamos, invés de ter vendido 14 milhões de computadores, poderíamos ter vendido 20 milhões. A verdade é que muita gente pode pagar pelo computador, mas não pode pagar pelo preço que a internet é oferecida hoje.
Repórter: De acordo com Paulo Bernardo, sete governadores já se disseram favoráveis à redução de ICMS para serviços de internet em alta velocidade. Com isso, a meta do governo é levar o preço da banda larga para a casa dos 30 reais. Se o Estado não fizer a desoneração, o valor deve ser um pouco mais alto, 35 reais. O Plano Nacional de Banda Larga é prioridade no MiniCom e nas entidades vinculadas ao Ministério. As palavras do presidente da Agência Nacional de Telecomunicações, Ronaldo Sardenberg, deixam isso bem claro.
Presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg: Com o lançamento do PNBL, o tema da banda larga ganhou renovada ênfase e a Anatel passou a conferir prioridade absoluta aos projetos associados a esse tema.
Repórter: Ainda segundo Sardenberg, a Anatel tem hoje 28 projetos associados ao Plano Nacional de Banda Larga. Setenta e três por cento deles já foram implementados.
De Brasília, Andréa Xavier
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