03/06/11 - Bernardo e Pinheiro falam aos funcionários dos Correios sobre reforma do estatuto
Mudanças incluem permissão para a ECT atuar no exterior e mais mobilidade à Diretoria Executiva da empresaFoto: Caio Nantes
Brasília, 03/06/2011 – O Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e o Presidente da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, Wagner Pinheiro, junto com toda a diretoria da empresa, falaram a partir da sede da empresa em Brasília em teleconferência com os funcionários das superintendências de todos os Estados da Federação. O objetivo era apresentar aos funcionários dos Correios a reforma do Estatuto da empresa, que data de 1969.
Segundo Bernardo, quando ocorre uma grande mudança, um processo de debate e discussão interna é importante para dirimir dúvidas e evitar “boatarias, fofocas e intrigas” que podem surgir. Para o Ministro, a ECT é uma empresa que tem uma marca forte entre a população e “não podemos perder este capital conquistado”.
Acrescentou que o governo quer o mesmo que os funcionários – uma empresa forte, com uma diretoria competente e profissional e prestando um serviço eficiente ao usuário. Apresentou um desafio aos funcionários de levar esta eficiência de serviços ao limite exemplar - como definir uma regularidade tão correta na entrega das cartas que, pela passagem do carteiro, seria possível dizer as horas do dia.
Reforçou que o foco maior da reforma do estatuto foi dar maior flexibilidade e mobilidade à Diretoria Executiva e para seguir padrões atuais de transparência. Segundo Bernardo, só na ECT, o Presidente da Empresa era também o Presidente do Conselho de Administração, fato que não era observado nem em empresas de médio porte e por maior razão não deveria acontecer numa empresa como os Correios, presente em todos os municípios brasileiros, com uma força de trabalho de cerca de 100 mil funcionários.
Além disso, ressaltou que, embora não seja uma Sociedade Anônima, a ECT fez publicar, pela primeira vez, seu balanço em jornais, fato que antes era restrito ao Diário Oficial da União. “Isso traz maior transparência aos dados da empresa”, afirmou, e “permite também aos funcionários um melhor acompanhamento dos números, dados e outras informações relevantes”.
Assim como o Presidente Wagner Pinheiro, refutou as notícias veiculadas na imprensa de que a reforma do estatuto iria permitir a contratação de cerca de 20 mil funcionários de fora dos quadros dos Correios. Segundo esclareceu Bernardo, o que fez o estatuto foi permitir que a empresa possa requisitar funcionários de outros órgãos e Poderes, como é permitido em todas as estatais, e manter um pequeno número de consultores para a Diretoria.
Destacou a permissão para atuar no exterior dada pelo novo estatuto como um desafio a ser enfrentado e superado: “temos que ter competência para enfrentar e ganhar os serviços onde o Correio não é monopolista, como as encomendas”. E terminou dizendo que “se tivermos uma empresa melhor, será melhor para o Brasil e para os funcionários”.
Assessoria de Comunicação Social
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